quinta-feira, 12 de junho de 2014

O que eu tenho a ver com isso?

Por William Roberto Zani

O que você, como cristão, tem haver com tudo isso?
Tudo! simplesmente porque Deus não te salvou e te matou logo em seguida para que você morasse no Céu com Ele. Ele te salvou e ainda te permanece aqui. Você já se perguntou por quê?

Em Mateus 5. 13-16 lemos: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus."


Essa ilustração que Jesus nos dá é muito interessante e instrutiva; Cristo deixa claro que a pessoa após recebê- Lo tem um compromisso público, e que a salvação não é para ser vivida de forma secreta. O sal é um unguento utilizado para temperar os alimentos, o sal dá sabor e o sal no contexto histórico em que Jesus está, era utilizado como conservante. Da mesma forma Ele exemplifica com a candeia, uma candeia é utilizada para iluminação de um certo ambiente. O cristão está no mundo, o mundo é o ambiente no qual o cristão tem de salgar(temperar, dar exemplo, conservar e influenciar, não exatamente nesta ordem), e o mundo é o ambiente no qual o crente tem de iluminar, ser luz, ou seja, trazer a lume erros, pecados, mostrar a direção correta que é aos pés da Cruz.

O "separatismo cristão" é algo tão prejudicial quanto o liberalismo teológico. Esse separatismo inerente a escatologia dispensacionalista é praticado por muitos grupos cristãos, onde se prega que o crente não deve se envolver com questões sociais como política, segurança, educação e saúde. Essa tendencia pessimista tem contaminado comunidades cristãs inteiras e fazendo com que a Igreja seja uma entidade inexpressiva neste século.

Caro leitor, temos um compromisso com qual somos responsáveis. É bem claro que é melhor não estar aqui e estar com Cristo (Filipenses 1.23), mas Deus nos salva e nos faz vivermos neste mundo, não como sua parte pecaminosa, mas como criaturas feitas pelas mãos de Dele. Estamos aqui para no nosso dia-a-dia demonstrarmos o novo homem feito em Cristo, comprados para Deus com o Seu Sangue.

Sim, somos chamados para sermos santos(separados), mas no sentido de não praticarmos mais as obras da escuridão, como fazíamos antes de sermos redimidos (Efésios 5. 8),mas não somos chamados ao monasticismo (João 17. 15). Não devemos nos comunicar com as "obras das trevas", mas, ao mesmo tempo estamos aqui para desafiar as obras das trevas com nossa nova conduta cristã, vindo a influenciar pela pregação do santo Evangelho. Vidas serão convertidas e essas tem a obrigação de serem "sal e luz"! A tendencia é de as coisas não ficarem como estão, não de a comida que outrora não tinha sabor, agora o recebe por meio do aplicar sal; e também uma cidade que outrora estava vivendo em trevas, agora recebe por meio de lamparinas a iluminação.

Se todo cristão cumprisse esse papel social não estaríamos de modo tão decepcionados com os governos no qual assistimos. Tudo tem acontecido por causa da negligência da Igreja em assumir o seu papel, abrir brechas para a teologia liberal e o relativismo moral. Com isso a Igreja se viu na não obrigação de se envolver em assuntos públicos dando espaço para o laicismo exacerbado. O que estamos fazendo é a colheita daquilo que temos plantado, por isso creio ser estranho quando um fundamentalista separatista reclama dos descasos do Estado, o que ocorre é exatamente aquilo que ele crê: que a Igreja é irrelevante para o mundo. Irrelevante no sentido de que a Igreja não tem nada a fazer nesse mundo, uma vez que ela deve não participar de assuntos sociais. Mas Mateus 5. 13- 16 nos deixa claro que pensar como os separatistas é um equivoco grave e, se a Bíblia nos deixa claro que devemos influenciar o mundo para o lado do cristianismo bíblico, então é deveras rebeldia, obstinação por parte daqueles que professam o contrário, ou seja, estão em pecado por desobedecerem um mandato do Senhor Jesus.

Que como Igreja venhamos a assumir o papel que nos foi ordenado pelo Senhor, de pregarmos, discipularmos e influenciarmos, de modo que todas as áreas pertençam a Cristo como deve ser e como Ele é Senhor de fato!

sábado, 7 de junho de 2014

A Verdade Que Machuca ou Mentira que Afaga?

Por Daniele Bosqueti.


É triste quando dentro das igrejas prevalecem a amizade e companheirismo, obviamente que isso não está errado. Porém, o erro é quando o companheirismo sobrepuja a Verdade Bíblica. O que vemos muito hoje em dia são líderes coniventes com o erro do pregador e para manter a fraternidade deixam a heresia dominar.


Não compreendo como podem preferir poupar o lobo enquanto ovelhas morrem de fome da SÃ DOUTRINA. Será que esqueceram do julgamento de Deus? Será que se esqueceram de como Cristo fez? 
Bem que diz Martinho Lutero:"A pazse possível, mas a verdade, a qualquer preço."  


Mas infelizmente muitos não estão a fim de pagar o preço da Verdade, mas irão pagar o preço da mentira, o preço da omissão, o preço do descaso com a Palavra, o preço o julgamento do Senhor! Oremos para que nossos líderes tenham temor À Deus e não temor à homens carnais! 



Corporativismo Eclesiástico



De: Daniele Bosqueti